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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


Todas as quintas tem algum grupo ou cantor aqui no Tradição Gaúcha.

Começaremos hoje no canal Tradição Gaúcha a falar de uma dupla de cantores regionalistas chamada César Oliveira e Rogério Melo.



Em 1997, César Oliveira lança o primeiro trabalho solo, chamado "Com a Alma Presa na Espora" (Gravadora Allegreto de São Paulo). Este CD serviu para definir o estilo e marca como representante da música crioula.


Em 2001, Rogério Melo fez o álbum solo "Alma Campeira" (gravadora Master Discos de Santa Maria) com produção do amigo (César Oliveira) e participação do mesmo em quatro faixas. Em 2002, juntos agora como "César Oliveira & Rogério Melo" lançaram "Das Coisas Simples Da Gente" e a música "Pra bailar de cola atada" pela gravadora ACIT e finalmente definiram-se como dueto. Juntos, eles preencheram uma lacuna aberta na música nativista e a cada CD o reconhecimento foi maior.


Em 2007 lançam o disco e DVD "O Campo". Músicas inéditas e variação de ritmos são a marca deste trabalho.

Acesso o site da dupla http://www.cesaroliveira.com.br/

Ouça Regalo do novo CD e DVD:

quinta-feira, 5 de março de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


Bueno gauchada, hoje como toda a quinta-feira mais um artista gaúcho é citado aqui no meu humilde blog, ele é Luiz Marenco. Um gaúcho nascido na capital em 1964. Cantor e compositor, dono de uma potente voz, tem de 20 anos de carreira, levando a tradição gaúcha aos quatro cantos do Brasil e além fronteiras.

Tem seu primeiro disco gravado em 1990 com a parceria do poeta/payador, Jaime Caetano Braun, ao todo soma 19 discos na sua carreira, e sucessos como "Batendo Água", "Senhor das Manhãs de Maio","Rincão dos Touros","Quando o Verso Vem Pras Casa ", entre outros.

Acompanhado de um time de primeira ao seu lado: Egbert Parada (violão solo), Aluisio Rockembach (gaita), Luis Clóvis Girardi (violão solo), Fabrício “Pardal” Moura (baixo), Gustavo Teixeira (Violão base e vocal).

Seu mais recente trabalho é "Indetidade" CD e DVD com 16 músicas e o Hino do RS cantado em forma de capela (somente voz).

Para maiores informações do cantor, acesse: www.luizmarenco.com.br



Ouça Batendo Água:

 Luiz Marenco - Batendo ígua

sábado, 11 de abril de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


Bueno gauchada, hoje vamos falar desta típica figura do RS. Conhecida em todo o Brasil, pelo seu jeito irreverente, este é Gaúcho da Fronteira.

Seu nome na verdade é Heber Artigas Fróis, nascido em Santana do Livramento em 23 de junho de 1947, é um músico brasileiro, e um dos mais conhecidos intérpretes de música regional gaúcha.

Começou a tocar violão, acordeão e bandoneón na infância. Em 1968 entrou no grupo Os Vaqueanos, com quem gravou alguns discos. Em 1975 gravou o primeiro LP solo, Gaúcho da Fronteira, e firmou-se como um representante da tradicional música dos pampas.
Nos anos 80, sua popularidade estendeu-se pelo Brasil todo, com suas canções bem-humoradas e dançantes. Na década de 1990 voltou-se para outras manifestações musicais tradicionais brasileiras, lançando em 1999 o CD Forronerão, ao lado do grupo Brasas do Forró, unindo o folclore brasileiro de um extremo a outro do país. Deste disco emplacaram os sucessos "Forronerão", mistura de forró e vanerão, e "Vanerão Sambado" que, como o nome sugere, mistura vanerão com samba. dentre as muitas canções, o sucesso de sua carreira foi Nhecovari Nhecofum.

hoje, se "bandeou pros lado da TV". Apresenta semalmente o programa "Rio grande sem fronteiras" da tv record, todos os domingos das 11:00 ao meio-dia.


Ouça:
 Gaucho da Fronteira - Nheco vari nheco fum

sábado, 2 de maio de 2009

Canal - Tradição Gaúcha



Hoje falaremos de um grande ícone da cultura gaúcha, um dos principais payadores do Rio Grande do Sul, Jayme Caetano Braun.

Jayme Guilherme Caetano Braun nasceu na Bossoroca em 30 de janeiro de 1924, falecido em Porto Alegre, 8 de julho de 1999. Renomado payador e poeta do Rio Grande do Sul, prestigiado também na Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. Era conhecido como El Payador e por vezes utilizou os pseudônimos de Piraju, Martín Fierro e Andarengo.
Jayme sonhava em ser médico mas, tendo apenas o Ensino Médio, se tornou um autodidata principalmente nos assuntos da cultura sulina e remédios caseiros, pois afirmava que "todo missioneiro tem a obrigação de ser um curador".
Trabalhou, publicando poemas, em jornais como O Interior e A noticia (de São Luiz Gonzaga). Passa dirigir em 1948 o programa radiofônico Galpão de Estância, em São Luiz Gonzaga e em 1973 passa a participar do programa semanal Brasil Grande do Sul, na Rádio Guaíba. Na capital, o primeiro jornal a publicar seus poemas foi o A Hora, que dedicava toda semana uma página em cores aos poemas de Jayme.
Lançou diversos livros de poesias, como Galpão de Estância (1954), De fogão em fogão (1958), Potreiro de Guaxos (1965), Bota de Garrão (1966), Brasil Grande do Sul (1966), Passagens Perdidas (1966) e Pendão Farrapo (1978), alusivo à Revolução Farroupilha. Em 1990 lança Payador e Troveiro, e seis anos depois a antologia poética 50 Anos de Poesia, sua ultima obra escrita.
Publicou ainda um dicionário de regionalismos, Vocabulário Pampeano - Pátria, Fogões e Legendas, lançado em 1987.
Jayme também gravou CDs e discos, como Payador, Pampa, Guitarra, antológica obra em parceria com Noel Guarany. Sua ultima obra lançada em vida foi o disco Poemas Gaúchos, com sucessos como Payada da Saudade, Piazedo, Remorsos de Castrador, Cemitério de Campanha e Galo de Rinha.
Gravou, ainda, com Lúcio Yanel, Cenair Maicá e Luiz Marenco.
Entre seus poemas mais declamados pelos poetas regionalistas do país inteiro, destacam-se Bochincho, Tio Anastácio, Amargo, Paraíso Perdido, Payada a Mário Quintana e Galo de Rinha.

Abaixo uma de suas poesias: Bochincho
Jayme caetano Braum - Bochincho




sábado, 18 de abril de 2009

Canal Tradição Gaúcha


Bueno gauchada,
Hoje vamos falar de outro ícone da história da música nativa do RS.
Um dos grandes nomes e precursor do estilo missioneiro, ele é Cenair Maicá, nascido em Tucunduva/RS em 3 de maio de 1947, foi um músico missioneiro conhecido por cantar a natureza e os índios, alem de ter sido um dos 4 troncos Missioneiros ao lado de Jayme Caetano, Pedro Ortaça e Noel Guarany. Infelizmente Cenair faleceu em Porto Alegre a 2 de janeiro de 1989.
Homem e artista da melhor extração missioneira, colocou sempre sua voz e seu talento a serviço de sua terra e de sua gente. A exemplo e ao lado dos outros "troncos missioneiros" (seus parceiros e amigos Noel Guarany, Jayme Caetano Braun e Pedro Ortaça), personificou a identidade histórica e cultural de sua região
Músico desde os 10 anos de idade — quando começou a se apresentar em público ao lado de seu irmão Adelqui — , Cenair faria sua entrada triunfal na história da música gaúcha ao vencer o 7º Festival do Folclore Correntino em 1970, em Santo Tomé, na Argentina com "Fandango na Fronteira". Na apresentação, Cenair dividiu o palco com quem a havia composto: Noel Guarany
A vitória no festival rendeu a Cenair e Noel a gravação de um disco compacto, Filosofia de Gaudério (1970). Apenas em 1978, porém, viria o disco solo de Cenair, Rio de Minha Infância.
Alguns de seus grandes sucessos são: "Canto dos livres", "Meu Canto" e"Caminhos".


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


E ai, indiada!!!

Hoje vou falar sobre outro músico bagual, este instrumentista, um dos maiores do RS, ele Renato Borghetti.

Nasceu em Porto Alegre e na adolescência começou a tocar acordeom e gaita-ponto nos CTGs (Centros de Tradições Gaúchas). Com 20 anos já era um mestre no instrumento, e em 1984 lançou seu primeiro LP, "Renato Borghetti Gaita-ponto", o primeiro disco instrumental brasileiro a receber um Disco de Ouro, por vender mais de 100 mil cópias, o que representou um marco principalmente por sua identificação com o regionalismo gaúcho. Além do mais, a gaita-ponto (um tipo de acordeom) é um instrumento ameaçado de extinção. As composições de Borghetinho (como é conhecido) mesclam os ritmos gaúchos e nordestinos, de tal modo que já se apresentou ao lado de outros sanfoneiros de peso, como Sivuca, Dominguinhos e Luiz Gonzaga.
Atração Internacional!!!
Borghetti e seu grupo estrearam no Festival de Verão de Bolonha a turnê européia de 2007, que durante quase um mês percorre outras sete cidades italianas, passando ainda por festivais na Croácia, Republica Tcheca, Áustria e Alemanha. Na Áustria, onde se apresenta regularmente desde 2000, Renato se sente em casa, pois não há cidade em que não tenha tocado.


veja:
TAQUITO MILITAR - DVD Quarteto ao Vivo

quinta-feira, 19 de março de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


Bueno gente amiga, hoje vou falar de mais um gaúcho cantador. Esta pessoa que refiro hoje foi o vencedor da Califórnia da Canção Nativa de 1972, com Pedro Guará, e levou Os Serranos a conquistar o Disco de Ouro em 1986. Estou falando de José Cláudio Machado.
Nascido em 17/11/1948, em Tapes/RS, tem ao todo 15 discos lançadados, gravou o CD Isto é Os Serranos, em 1985, com o grupo Os Serranos.

Humilde, jeito simples, compositor de primeira, cativa qualquer um que escuta suas músicas. dentre elas destacam-se: Pedro Guará, Milonga abaixo de mau tempo, Pêlos, entre outras.

Em 2004 gravou o DVD e CD denominado "No Meu Rancho", gravado no sítio em Guaíba onde o compositor mora há mais de 20 anos.


Escute a música "De bota e bombacha" gravado com Luiz Marenco.
Luiz Marenco e José Claudio Machado - De Bota e Bombacha


Assista "Pêlos", uma das mais belas canções deste poeta.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Canal - Tradição Gaúcha


Bueno gauchada,


Hoje não é quinta, mas resolvi postar atrasado mais um post sobre os gaúchos cantadores deste meu Rio Grande bagual.


Venho lhes falar de Pedro Ortaça, índio velho missioneiro, das terras do Pontal, iniciou-se na vida artística quando guri, com amigos de calças curtas, tocando violão. Ele foi aprendendo múscia com Carlito, Desidério, Felício e Nego Juvenal, que foram imortalizados como personagens da música Bailanta do Tibúrcio.


Gravou seu primeiro disco (LP) em 1976. Este ano, no dia 25 de março de 2009, lançou seu primeiro DVD, no auditório Dante Barone , na Assembléia Legislativa em Porto Alegre.


Seus filhos Alberto e Gabriel Ortaça o acompanham em seus espetáculos.


Dentre seu sucessos, estão: Bailanta do Tibúrcio, Timbre de galo. Guasca, entre outros.





Assista "Timbre de Galo"